Se você não controla sua atenção, você não controla sua vida.

Aqui começa a sua saída de um ciclo silencioso de distração que está drenando sua energia todos os dias.

Se você não controla sua atenção, você não controla sua vida.

Aqui começa a sua saída de um ciclo silencioso de distração que está drenando sua energia todos os dias

O que você acredita sobre sua mente e por que isso pode estar errado?

Eu não comecei esse trabalho por acaso.

Tudo começou em uma reunião escolar do meu filho. Ao final, os pais puderam tirar dúvidas — e o que emergiu ali foi, no mínimo, inquietante.

A maioria compartilhava a mesma preocupação: a suspeita de que seus filhos apresentavam algum transtorno mental, principalmente TDAH.

Estatisticamente, aquilo não se sustentava.

Mas o padrão era evidente. Muitos relatos não vinham de observação aprofundada ou avaliação profissional, e sim de conteúdos consumidos de forma fragmentada na internet — transformando informação superficial em rótulos, sem considerar o contexto real das crianças.

Foi nesse momento que surgiu o ponto central que guiaria meu primeiro livro.

Apesar do título Autodiagnóstico em Saúde Mental, a proposta nunca foi incentivar que pessoas se analisem sozinhas.

Pelo contrário.

O livro expõe justamente o problema: a crescente prática de indivíduos e pais que tentam diagnosticar a si mesmos, ou seus filhos, com base em buscas no Google, redes sociais e até inteligências artificiais, sem qualquer critério clínico.

Com o tempo, outro movimento se tornou impossível de ignorar.

As gerações mudaram profundamente.

Crianças que antes tinham liberdade para explorar o mundo, brincar na rua e lidar com o tédio de forma criativa, hoje crescem mais confinadas, expostas a telas e com menos experiências reais.

E então surge a pergunta incômoda:

Estamos diante de mais transtornos…
ou de um ambiente que mudou radicalmente?

Essa reflexão deu origem a O menino que vivia entre telas e pensamentos, conectando observação prática a evidências como as apresentadas por Michel Desmurget, que apontam impactos cognitivos negativos associados ao excesso de estímulos digitais.

Mas havia uma camada ainda mais profunda.

Com a ampliação constante de classificações diagnósticas (DSM) e o crescimento expressivo no uso de medicamentos psicotrópicos, uma questão se tornou inevitável:

Até que ponto estamos falando de saúde…
e até que ponto estamos falando de mercado?

Esse questionamento levou ao livro Mentes sob prescrição, que amplia o debate para além do diagnóstico, abordando interesses, influência e a relação entre saúde mental, poder e indústria.

Nos últimos anos, decisões e movimentos do próprio mercado vêm reforçando uma percepção preocupante: a banalização do uso de medicamentos.

Independentemente de legislações específicas, que variam por país e momento, o fato é que, culturalmente, remédios têm sido tratados cada vez mais como produtos comuns — muitas vezes desconectados da seriedade e dos riscos que envolvem seu uso.

Paralelamente, avanços científicos vêm ampliando ainda mais esse cenário.

Pesquisas recentes já conseguem mapear impulsos elétricos do cérebro com o objetivo legítimo de permitir que pessoas com paralisias se comuniquem por meio de interfaces cérebro-máquina.

Mas essa mesma base tecnológica abre uma fronteira sensível: a possibilidade de compreender, prever e influenciar padrões de comportamento humano com precisão crescente — inclusive na construção de narrativas, estímulos e decisões altamente persuasivas (Analisemos as redes sociais e seus estímulos de micro segundos para captura da atenção dos espectadores).

Hoje, meu trabalho parte de um ponto central:

A mente contemporânea não está apenas sobrecarregada de estímulos.

Ela está sendo influenciada, rotulada e condicionada por um ambiente que poucos param para questionar.

Se você chegou até aqui, talvez já tenha percebido isso.

E talvez também esteja buscando algo mais raro do que respostas rápidas: clareza, autonomia e presença.

Considere, por um instante, algo simples e poderoso:

você não é o único.

O mundo mudou. E, em muitos momentos, suas decisões já não são tão livres quanto parecem.

Elas são respostas a um excesso constante de estímulos, distrações e influências.

E isso tem um custo.

Custo de tempo.
Custo de dinheiro.
Custo de autonomia.

Quantas dúvidas viraram suspeitas de diagnóstico?
Quantas decisões foram tomadas mais por pressão externa do que por clareza real?
E quantas vezes o caminho mais rápido pareceu solução… quando talvez não fosse?

Esses livros não oferecem respostas prontas.

Eles devolvem contexto.

Ajudam a compreender o que mudou; nas gerações, no ambiente e na forma como você interpreta a si mesmo e seus filhos.

Para que você volte a decidir com mais consciência.
Para que recupere tempo de qualidade.
E reduza a dependência de um ambiente que constantemente disputa sua atenção.

Se você chegou até aqui, já percebeu:

continuar no automático também é uma escolha...

O que você acredita sobre sua mente e por que isso pode estar errado?

Eu não comecei esse trabalho por acaso.

Tudo começou em uma reunião escolar do meu filho. Ao final, os pais puderam tirar dúvidas — e o que emergiu ali foi, no mínimo, inquietante.

A maioria compartilhava a mesma preocupação: a suspeita de que seus filhos apresentavam algum transtorno mental, principalmente TDAH.

Estatisticamente, aquilo não se sustentava.

Mas o padrão era evidente. Muitos relatos não vinham de observação aprofundada ou avaliação profissional, e sim de conteúdos consumidos de forma fragmentada na internet — transformando informação superficial em rótulos, sem considerar o contexto real das crianças.

Foi nesse momento que surgiu o ponto central que guiaria meu primeiro livro.

Apesar do título Autodiagnóstico em Saúde Mental, a proposta nunca foi incentivar que pessoas se analisem sozinhas.

Pelo contrário.

O livro expõe justamente o problema: a crescente prática de indivíduos e pais que tentam diagnosticar a si mesmos, ou seus filhos, com base em buscas no Google, redes sociais e até inteligências artificiais, sem qualquer critério clínico.

Com o tempo, outro movimento se tornou impossível de ignorar.

As gerações mudaram profundamente.

Crianças que antes tinham liberdade para explorar o mundo, brincar na rua e lidar com o tédio de forma criativa, hoje crescem mais confinadas, expostas a telas e com menos experiências reais.

E então surge a pergunta incômoda:

Estamos diante de mais transtornos…
ou de um ambiente que mudou radicalmente?

Essa reflexão deu origem a O menino que vivia entre telas e pensamentos, conectando observação prática a evidências como as apresentadas por Michel Desmurget, que apontam impactos cognitivos negativos associados ao excesso de estímulos digitais.

Mas havia uma camada ainda mais profunda.

Com a ampliação constante de classificações diagnósticas (DSM) e o crescimento expressivo no uso de medicamentos psicotrópicos, uma questão se tornou inevitável:

Até que ponto estamos falando de saúde…
e até que ponto estamos falando de mercado?

Esse questionamento levou ao livro Mentes sob prescrição, que amplia o debate para além do diagnóstico, abordando interesses, influência e a relação entre saúde mental, poder e indústria.

Nos últimos anos, decisões e movimentos do próprio mercado vêm reforçando uma percepção preocupante: a banalização do uso de medicamentos.

Independentemente de legislações específicas, que variam por país e momento, o fato é que, culturalmente, remédios têm sido tratados cada vez mais como produtos comuns — muitas vezes desconectados da seriedade e dos riscos que envolvem seu uso.

Paralelamente, avanços científicos vêm ampliando ainda mais esse cenário.

Pesquisas recentes já conseguem mapear impulsos elétricos do cérebro com o objetivo legítimo de permitir que pessoas com paralisias se comuniquem por meio de interfaces cérebro-máquina.

Mas essa mesma base tecnológica abre uma fronteira sensível: a possibilidade de compreender, prever e influenciar padrões de comportamento humano com precisão crescente — inclusive na construção de narrativas, estímulos e decisões altamente persuasivas (Analisemos as redes sociais e seus estímulos de micro segundos para captura da atenção dos espectadores).

Hoje, meu trabalho parte de um ponto central:

A mente contemporânea não está apenas sobrecarregada de estímulos.

Ela está sendo influenciada, rotulada e condicionada por um ambiente que poucos param para questionar.

Se você chegou até aqui, talvez já tenha percebido isso.

E talvez também esteja buscando algo mais raro do que respostas rápidas: clareza, autonomia e presença.

Considere, por um instante, algo simples e poderoso:

você não é o único.

O mundo mudou. E, em muitos momentos, suas decisões já não são tão livres quanto parecem.

Elas são respostas a um excesso constante de estímulos, distrações e influências.

E isso tem um custo.

Custo de tempo.
Custo de dinheiro.
Custo de autonomia.

Quantas dúvidas viraram suspeitas de diagnóstico?
Quantas decisões foram tomadas mais por pressão externa do que por clareza real?
E quantas vezes o caminho mais rápido pareceu solução… quando talvez não fosse?

Esses livros não oferecem respostas prontas.

Eles devolvem contexto.

Ajudam a compreender o que mudou; nas gerações, no ambiente e na forma como você interpreta a si mesmo e seus filhos.

Para que você volte a decidir com mais consciência.
Para que recupere tempo de qualidade.
E reduza a dependência de um ambiente que constantemente disputa sua atenção.

Se você chegou até aqui, já percebeu:

continuar no automático também é uma escolha...